Dança Portátil : Conecte!

21 ago

O Fórum de Dança de Santos, promove mais uma ação coletiva na cidade, com a proposta de agregar mais pessoas ao movimento. Após a reunião realizada ontem dia 20 de agosto às 19h30, o coletivo decidiu colocar para frente algumas ações pontuais na cidade. E após uma longa conversa entre os participantes, surgiu a ideia de criar o Dança Portátil”. Essa ação pretende se estender ao longo do segundo semestre sempre com um tema diferente. O tema escolhido para essa primeira experiência será : CONECTE! encontro livre de improvisação: dança, música, literatura, vídeo. Traga seu corpo, seu instrumento e suas ideias. 

Se você tem curiosidade em entender o significado dessa ação coletiva, não deixe de participar o encontro acontece no dia 03/09 às 20h na Fonte do sapo.

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Reunião do Fórum de Dança!

17 ago

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Fórum retoma reuniões depois de período de pausa

15 ago

Foi realizada nessa semana segunda dia 11 de agosto às 19h30, um encontro do Fórum de Dança de Santos, depois de uma longa pausa de reuniões, devido a intensa produção do Quinta dá Dança.

Estiveram presentes pessoas de outros segmentos artísticos e interessados em se unir e propor ideias para darmos continuidade aos encontros. Essa reunião também serviu para comunicar o encontro de representantes do Fórum de Dança envolvidos na produção do evento Quinta dá Dança, com o secretario de cultura Raul Christiano. Segue nesse post a carta documento que foi entregue em mãos e que foi anexada a ata do Fórum também como outro meio de consulta de informações.

Depois de realizados os informes ouvimos as sugestões dos novos participantes e dos que já vem numa freqüência continua participando de todas as reuniões do Fórum de Dança. As ideias foram surgindo inclusive projetos que deram um ponta pé inicial e ficaram em standy by a serem retomados com o apoio do Fórum de Dança. E para abrir essa discussão decidimos nos reunir na próxima quarta dia 20 de agosto às 20h na Convivência do Sesc Santos. Sintam-se convidados todos!!!

Segue aqui abaixo a carta entregue ao secretario de cultura de Santos:

 

Santos, 13 de agosto de 2014.

 

Ao Sr. Secretario de Cultura Raul Christiano,

 O Fórum de dança de Santos apresenta neste documento um balanço do evento realizado em parceria com a Secretaria de Cultura da Cidade de Santos – SECULT. O Quinta dá dança foi firmado em parceria com a SECULT em novembro de 2013. Desde então um grupo de 5 artistas locais trabalhou para que uma programação de dança ocorresse de forma sistemática e contínua no teatro Guarany ao longo do 1º semestre de 2014. O evento visou promover a circulação de trabalhos, difusão de pesquisas atuais e fomento da cena artística contemporânea local bem como da formação de plateia para a dança e as artes da cena no geral, integrando artistas, estudantes e interessados em torno de ações de dança. A programação, com formato mensal, ocorreu em uma quinta-feira por mês no Teatro Guarany. O grupo ou artista convidado teve a oportunidade de na quarta-feira anterior à sua apresentação conduzir uma atividade formativa a sua escolha – workshop, oficina, bate-papo – dentro do grupo de extensão Artes do Corpo da UNIFESP, parceiros na realização desta ação. Tendo como fim principal a formação de público para a dança, acreditamos que o evento teve uma resposta inicial importante que nos fala sobre o desejo do público. Observamos que as atividades formativas programadas muitas vezes ultrapassaram a lotação máxima (20 pessoas) e o público nos espetáculos não foi tão grande quanto o esperado. Apresentamos abaixo um resumo de participantes das ações do Quinta dá dança:      

 Mês de fevereiro: IN COMPANY – Espetáculo e compartilhamento de processo de criação de JULIETAS

Oficina CAIS VILA MATHIAS: 10 pessoas

Espetáculo: 90 pessoas

 Mês de março: DANIELA DINI – Espetáculo e compartilhamento de processo de ALCÂNTARA

Oficina UNIFESP: 21 pessoas

Espetáculo: 25 pessoas

 Mês de abril : MARCIO BARRETO E PERCUTINDO MUNDOS – Espetáculo e compartilhamento de processo de O OVO DE SMETAK

Oficina UNIFESP: 25 pessoas

Espetáculo: 60 pessoas

 Mês de maio: ROGÉRIO SALATINI – Espetáculo e compartilhamento de processo de AS FUMAÇAS E COISAS MOLES QUE EXISTEM EM TUDO QUE É RÍGIDO E TEM FORMA

Oficina UNIFESP: 27 pessoas

Espetáculo: 20 pessoas

 Mês de junho: RAY SANTOS E CIA – Espetáculo e compartilhamento de processo de PASSOS NA SALA

Oficina UNIFESP: 25 pessoas

Espetáculo: 50 pessoas

 Mês de julho: GISELE PETTY E MARIANA CORAL – Espetáculo e compartilhamento de processo de CASCA!

Ação formativa: 20 pessoas

Espetáculo: 20 pessoas

 É possível ler a partir dos dados apresentados que houve mais interesse (ou talvez maior acesso) às ações formativas do que aos espetáculos. Lembramos também que nos meses de março e maio, quando os espetáculos tiveram baixo público, outros eventos de dança na cidade ocorriam ao mesmo tempo, fato que a equipe de produção do evento se empenhou em rearranjar porém sem sucesso, prejudicando a captação de público para a ação. Esclarecemos que o evento foi amplamente divulgado em mídia impressa e virtual, sempre com adequada antecedência, por meio de redes sociais, listas de e-mails de artistas e grupos locais bem como nos jornais circulantes da cidade. Pode-se acompanhar este processo em https://forumdedancasantos.wordpress.com/ e https://www.facebook.com/pages/F%C3%B3rum-de-Dan%C3%A7a-de-Santos/132723160259543?ref=ts&fref=ts

Observamos a importância da continuidade do Quinta dá dança ou evento similar a longo prazo a fim de que o objetivo de formação de público seja alcançado. Apontamos que ações deste gênero são desejáveis sobretudo ao longo do 1º semestre, uma vez que a cidade está livre dos grandes eventos culturais, que aparecem mais fortemente no 2º semestre. Avaliamos no entanto que neste momento o Fórum se encontra em reestruturação do coletivo de artistas que o formam, bem como de seus objetivos e ações. Devido ao intenso trabalho com o Quinta dá dança, os artistas que coordenaram o evento se afastaram das reuniões com os artistas locais, e classificamos este afastamento prejudicial ao movimento do Fórum. Julgamos necessário neste momento fortalecer o elo entre os artistas locais em ações mais espontâneas e menos formais e aproveitaremos este momento em que a cidade tem uma agenda cultural bastante cheia (MIRADA SESC, FESTA, Tarrafadas, Festival Internacional de Cinema de São Paulo que desce a serra após alguns dias do seu início em São Paulo etc) para o fazer. Sendo assim optamos neste momento por não dar continuidade à proposição e à coordenação do evento, ficando aberta à SECULT a possibilidade de mantê-lo no formato que desejar, uma vez que a área de dança agora já possui a sua própria coordenação. Desta forma, colocamo-nos à disposição para o caso de necessidade de assessoria técnica de qualquer tipo no caso do desejo de continuidade do evento sob coordenação da SECULT.

 Aproveitamos a oportunidade para agradecer à equipe da SECULT que foi envolvida na produção do Quinta dá dança. Desde a primeira reunião junto à secretaria de cultura aos detalhes de montagem dos espetáculos que passaram pelo Teatro a equipe do Fórum e os artistas que se apresentaram foram muito bem tratados e respeitados no exercício de sua arte. Agradecemos formalmente à atenção, disponibilidade e profissionalismo de Raul Christiano (atual secretario de cultura de Santos), Gustavo Klein, Sonia Ferreira, Marcio Souza, Lucas e técnicos do Teatro Guarany; equipe do financeiro Marcelo Araújo e Selma; Elaine Melo do agendamento dos teatros; todos sempre muito solícitos e pacientes com as necessidades de reestruturação que o evento passou ao longo do semestre. Agradecemos por fim à confiança depositada em nosso trabalho e esperamos ter contribuído na abertura de mais caminhos para o fomento da dança na cidade.

 

            Ariadne Filipe, Edvan Monteiro, Marcela Loureiro, Maurício Marin e Renata Fernandes pelo Fórum de dança da cidade de Santos.

Carta de Rogério Salatini ao Fórum de Dança de Santos

6 ago

Sobre a participação no Quinta Dá Dança e sobre dança;

Por Rogério Salatini

Mais do que um projeto artístico, a boa impressão que fica ao participar do Quinta Dá Dança é a de uma compreensão, por parte do Fórum de Dança de Santos, de que toda ação artística é também por natureza uma ação política. O trabalho dos forenses vai além de abrir espaço para que artistas possam mostrar seus trabalhos para outros públicos, o que já seria de grande valor, tomando em conta a atitude empreendedora de realizar o projeto a partir de um desejo autêntico de fomentar a prática da dança artística. O projeto toca ao menos duas dimensões dos processos que cabem a uma boa política cultural para a área: formação e difusão em dança. Se a criação e a produção podem ser viabilizadas (ainda que com dificuldades, embora existam, em algumas cidades, leis municipais e editais do Estado que injetem recursos para estas finalidades) pelos artistas, com apoios e patrocínios, não há como formar público e manter uma cena viva sem a iniciativa dos artistas locais, amparada pelo poder público.

Por isso o contentamento em participar de um projeto que nasce da auto-organização de artistas locais, tal qual mais uma zona autônoma temporária (não confundir com efêmera) como no conceito de Hakim Bey, mobilizando de maneira transformadora quem toma contato com este movimento. É positivo entender autonomia em uma visão sistêmica, como quantidade e qualidades dos recursos de que dispõe um processo ou sistema, físico ou político, ou os dois. A visão ‘sistêmica’, diferentemente da visão ‘analítica’, pressupõe o ‘todo’ como maior do que a soma de suas partes. Desta forma fica evidente também o bom entendimento, já na proposta de organização forense, de que a permuta (troca e convívio) é o processo através do qual um sistema se sustenta vivo.

Daí o efeito positivo em o poder público incentivar as iniciativas independentes, e estas não se afastarem das políticas instituídas. O ideal é que estas se retroalimentem, e o Quinta Dá Dança se apresenta como candidato a importante espaço de diálogo e de desenvolvimento artístico/político da dança em Santos.

A demanda por atividades formativas fica evidente na procura pelos workshops que o projeto oferece. Formação é um processo de longo prazo, que só uma política séria continuada pode realizar. Vejo também as oficinas como espaço de formação de público, instrumentalizando entusiastas para um contato mais aprofundado com as obras artísticas. O projeto Quinta Dá Dança aponta para esta diretriz, e nisto cumpre seu papel, mas não é saudável que se responsabilize por ela, em nível municipal. A impressão que fica é a de que a cidade de Santos dispõe de ótimos equipamentos e aparelhos para uma boa política para a dança, e que existe interesse por parte dos artistas em discutir e aprimorar suas diretrizes.

Percebo no Quinta Dá Dança uma alternativa a mais, de qualidade, para a dança de Santos; esta é a sensação que fica em participar do projeto. Torço para que este espaço seja continuado e agradeço por ter sido convidado a fazer parte deste momento da dança em Santos.

Rogério Salatini é músico, videoartista e artista da dança, formado no curso de Comunicação das Artes Do Corpo, na PUC/SP. Atua como artista e produtor em iniciativas que compreendem arte como produção de conhecimento. Atualmente cursa especialização em Gestão Cultural no Centro Universitário SENAC.

São Paulo, 05 de agosto de 2014

Reunião de Agosto do Fórum de Dança de Santos

5 ago

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Carta de Gisele Petty ao Fórum de Dança de Santos

28 jul

São Paulo, 15 de julho de 2014

Ao Fórum de Dança de Santos e Quinta Dá Dança

Quero realmente agradecer ter sido selecionada pelo Quinta Dá Dança, para participar da programação do 1o semestre com meu trabalho CASCA! Para nós – eu e minha parceira de criação Mariana Coral – foi uma surpresa deliciosa…afinal é difícil encontrar espaços agregadores, que propõe receber, encontrar, discutir e movimentar arte. E nosso trabalho é experimental, não se enquadra facilmente em editais, nem salas de teatro, ele está no entre, e me parece ser esse um lugar bom, de risco e de liberdade.

Sou nascida em Santos, criada até os 19, depois fiz faculdade na Unicamp e agora moro em São Paulo. Sou bailarina e atriz e trabalho na área do teatro, dança e produção. Corro muito, me perco, me acho, resisto. O que dizer da iniciativa destas pessoas que conheci de perto como Ariadne, Marcela Renata e outros que não cheguei a conhecer, mas sei que somam a equipe do Fórum de Dança de Santos: Elas estão dispostas a levantar questões éticas e estéticas dentro de uma atitude político artística na cidade de Santos.

No dia 10 de Julho de 2014 apresentei CASCA! no Teatro Guarany, ele foi visto, por um público de cerca de 20 pessoas. O Guarany tem capacidade para receber 350 pessoas, e o Quinta dá Dança é um evento gratuito! Por que menos de 20 pessoas? Falamos sobre isso ao término do nosso bate-papo após o espetáculo, sabendo que uma situação como essa não foi a primeira vez nem será a última…afinal, as pessoas não vão muito ao teatro, não é mesmo!? Sim e não! O público em geral sai de suas casas para ir ao teatro por diversos motivos: conhecidos no elenco? quem são os artistas? o tema me interessa? tá chovendo? onde vai ser? é de graça? quantas estrelas? mas e os ARTISTAS da cidade?! ouvi a frase de alguém que mora na cidade um dia antes de eu me apresentar: “quem faz dança em Santos, não vê dança, quem faz teatro não vê teatro”..nossa que estranho, então o legal é só o FAZER?! Existe uma escola de teatro municipal dentro do Teatro Guarany, onde estão os alunos? Onde está o professor de teatro? De canto? De expressão corporal? E as escolas de ballet, que são muitas na cidade? A que eu fiz? Por que minhas professoras não foram? É…estas pessoas não foram, os ARTISTAS da cidade não foram…alguns foram, e fizeram o bate-papo ser muito rico…estudantes da faculdade de artes, pessoas ligadas ao Curta Santos, alguns funcionários da secretaria de cultura, e minha família, muito obrigada pela presença..bom…só posso agora engrossar o coro que pede por medidas participativas de uma prefeitura, secretaria de cultura, inclusive quanto à planos de divulgação e formação de plateia. Sei que plateias vazias não é exclusividade da cidade de Santos, mas há o que fazer especificamente para fomentar e promover o acesso em um Teatro como o Guarany, que se pretende formador de plateia, em uma programação cultural quase sempre oferecida gratuitamente ao público. As pessoas precisam saber! E para os artistas da cidade, fica o convite para uma próxima, e dizer, que eu, sendo uma santista que trabalha com arte, e que gosta muito de ir ao teatro, que vão! É bom…é bom FAZER e VER arte..participar, conversar, conhecer quem são estas pessoas do Fórum de Dança que estão se organizando de outra forma na cidade, e que estão em busca de parcerias, elas querem encontrar o outro, isto eu percebi. Agradeço mais uma vez Ariadne, Renata, Marcela, força e avante!

Casca!

6 jul

Chega ao palco do Teatro Guarany no próximo dia 10 de julho às 20h,  o último espetáculo do 1º semestre, da programação do Quinta dá Dança.

CASCA! é um espetáculo em fricção com elementos da dança, teatro e performance, e fundamenta-se na prática de duas atrizes diante da criação. Na busca de entender onde vibra a vontade, afetadas por um anseio de liberdade – esta desconhecida – elas entram por quatro anos em uma sala e são conduzidas: ora pela imensa alegria dançada, ora pelo vazio. O espetáculo é composto de elementos que conduzem a cena para uma atitude performática, em que alguns objetos chaves desencadeiam o improviso da cena. O menor gesto também é premissa neste trabalho, chegamos perto de uma dança que se encanta pela ação. Há uma narrativa corporal que trata da cena e há o improviso em feixes de cena. Imagens que trabalhamos: nascimento, morte, fertilidade, desejo, estes motes temáticos metateatralizam a condição do artista: o instante que cria o universo cênico, aquele que morre a cada dia, o que sucumbe à vaidade e a necessidade de agradar ao público, ou aquele que existe. Esta conversa do artista, seu público e sua criação tecem CASCA!

Após o término da apresentação do espetáculo, será aberto um bate-papo com as artistas!

 

Casca foto: João Maria

Casca foto: João Maria

 

FICHA TÉCNICA

Concepção e Atuação Gisele Petty e Mariana Coral

Colaboração nos Figurinos e Elementos Cênicos Sandra Pestana e Cesar Rezende

Concepção de Iluminação Mariana Coral e Rafael Motta

Operação de Luz Rafael Motta

 

Gisele Petty Éatriz e bailarina, nascida em Santos e criada na cidade até os 19 anos, estudou ballet clássico e moderno desde os onze anos no Ballet Natura Essência, com as professoras Sueli Cherbino e Maria Inês Adad, e teatro com o professor Joacir Carvalho Leite. Em 2000 ingressou no Curso de Artes Cênicas da Unicamp, lá em paralelo à graduação fazia parte de encontros de cultura e danças populares, tais como jongo, capoeira, tambor de crioula. Sua experiência corporal passa pelo ballet clássico, dança flamenca (com Vera Alejandra), dança dos orixás, danças populares brasileiras e dança contemporânea. Em 2007 ingressa na Cia Teatro Balagan – Cia de teatro de pesquisa com direção de Maria Thaís (professora doutora de artes cênicas da USP) – atualmente a Balagan desenvolve uma pesquisa contemplada pelo Programa Municipal de Fomento para a cidade de São Paulo, e circula com o espetáculo “Prometheus – a tragédia do fogo”.

Mariana Coral É atriz,  bailarina, diretora e produtora de teatro, bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp, tem especialização  em crítica e curadoria pela PUC/São Paulo. Em 2003 dirigiu a pesquisa em dança teatro orientada pelo professor Renato Cohen que culminou no espetáculo “Agua Desnuda”, este recebeu menção honrosa no Festival Curta Dança Sorocaba e foi apresentando em Curitiba, Campinas e Florianópolis. Colabora com a produção da Galeria Mezanino de Renato de Cara, e em 2012 integrou o corpo de jurados do Festival Nacional de Teatro de Limeira.

Foto: Cristina Maranhão

Foto: Cristina Maranhão

 

 

Passos na sala

29 maio

Passos na sala de Ray Santos vem ao palco do Teatro Guarany dia 05 de junho as 20h no projeto Quinta dá dança.

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 ” Passos na Sala ” O espetáculo cria uma relação entre um homem e os móveis de sua sala, revelando sonhos e sentimentos, onde convive em um ambiente intimo que liberta sua mente e seu corpo para expressar sua dança.

 O espetáculo integra movimentos de street dance com influências da dança contemporânea.

Ray Santos começou sua pesquisa ao observar a dança de José Limon, que com sua técnica deu origem a pesquisa do coreógrafo.

Estudou durante dois anos profissionais da Dança Hip Hop, que mesclavam seus trabalhos com a Dança Contemporânea, e assim desenvolveu sua pesquisa, com movimentos introspectivos e ágeis, criando uma linguagem corporal diferenciada e ousada.

Ray Santos tem os seguintes artistas como influência na sua pesquisa coreográfica: José Limon, Mariel Martin, Ellen Kim, Keone Madri, Jackie Lautchang, Eduardo Menezes, Katy Jablonski e Jillian Meyers.

O R&C – Grupo Ray Santos & Cia, acredita na inovação da dança e na integração de extraordinários profissionais da cultura.

 

Ficha técnica:

 

Espetáculo :   ” Passos na Sala “

Coordenação Geral, Coreógrafo e Direção :   Ray Santos

Assistente de Coreografia :  Romeno Batalha

Produção Artistica:  Jefersson Cosme

Figurino : Ray Santos e Jefferson Cosme

Ensaiador : Eduardo Dar`c

Iluminação : Marcos Guselini

 

Ray Santos e oficina

29 maio
Passos na sala

Passos na sala

 

Estão abertas as inscrições até dia 02 de junho para a oficina dentro da programação do Quinta dá dança, com Ray Santos em parceria com o projeto de extensão Artes do Corpo da Unifesp Campus da Baixada Santista. Para participar basta enviar os seguintes dados: nome completo, RG, email, idade, telefone de contato e bairro onde mora, para o email: forumdedancasantos@gmail.com e no ASSUNTO colocar ” inscrição para oficina.”

Dia: 04 de junho

Local: Av. Ana Costa, 95 – (Artes do Corpo projeto de extensão da UNIFESP)

Horário: das 19h às 22h

Total de vagas: 15

Inscrições somente por email.

Obs: para oficina usar roupas confortáveis, usar meia, sapatilha ou tênis especial para dança e chegar com até 15 minutos de antecedência.

 

Sobre a oficina:

Trabalho diferenciado que utiliza o Hip Hop Freestyle com influência da dança Contemporânea de maneira criativa, valorizando a pesquisa coreográfica realizada para chegar-se ao produto final.

O STREETCON, é uma pesquisa coreográfica do coreógrafo ” Ray Santos “, onde mescla a sua especialidade que é o Hip Hop freestyle, com uma intenção de Dança Contemporânea. A pesquisa surgiu através da observação e admiração do coreógrafo pela dança de José Limon, Mariel Martin, Ellen Kim, Keone Madri, Jackie Lautchang, Eduardo Menezes, Katy Jablonski e Jillian Meyers. Desde então passou a experimentar a mescla do Hip Hop freestyle com a Dança Contemporânea, desenvolvendo uma linguagem corporal interessante e bem especifica dentro do objetivo que pretende atingir, que é trazer novas experiências a bailarinos (as), dentro do cenário da dança.

 

Rogério Salatini e oficina

29 abr

Estão abertas as inscrições até dia 06 de maio para a oficina dentro da programação do Quinta dá dança, com Rogério Salatini em parceria com o projeto de extensão Artes do Corpo da Unifesp Campus da Baixada Santista. Para participar basta enviar os seguintes dados: nome completo, RG, email, idade, telefone de contato e bairro onde mora, para o email: forumdedancasantos@gmail.com e no ASSUNTO colocar ” inscrição para oficina.”

Dia: 07 de maio

Local: Av. Ana Costa, 95 – (Artes do Corpo projeto de extensão da UNIFESP)

Horário: das 19h às 22h

Total de vagas: 15

Inscrições somente por email.

Obs: para oficina usar roupas confortáveis e chegar com até 15 minutos de antecedência.

 

Sobre a Oficina: estudos sobre criação em dança contemporânea, com Rogério Salatini

Na oficina serão propostas reflexões sobre fazer dança na contemporaneidade, os caminhos da criação, a expansão do campo da linguagem, e as ignições que movem cada participante para o processo de criação. Também serão propostos experimentos práticos de produção de material corporal/coreográfico, qualidades de movimento e presença, a partir da pesquisa do artista orientador. Desejos e necessidades de cada participante propostos como pulsões propulsoras para o movimento, e os modos de se mover como dramaturgia do corpo que dança. A oficina é indicada para bailarinos, atores, intérpretes, criadores, e entusiastas da dança e de arte contemporânea.

 

 

Foto de Jônia Guimarães

Foto de Jônia Guimarães

 

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